Gente Buscando Gente

Vencendo as dificuldades com a ajuda dos VALADARENSES


Esta reportagem é de fevereiro de 2010. Vivíamos o terceiro ano da nossa iniciativa.

Sem uma boa estrutura, buscávamos apoio junto a Câmara e Prefeitura Municipal.

A ajuda não veio. Mas insistimos, e com a venda de canetas, camisetas e cartões, chegamos até aqui.

Já são quase 10 anos unindo pessoas e corações separados pelo destino.

ASSISTA!

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Obs.: Nesta época ainda não tínhamos adotado o nome fantasia ‘Gente Buscando Gente’, e nosso diretor também não usava o colete e chapéu (ou boné), inspirado no peruano Davi Nostas.

* Este trecho é de uma entrevista exibida no MGTV 1º Edição, quando a TV Leste ainda era afiliada da Rede Globo.

Gente Buscando Gente – Um trabalho mantido com doações


Hoje iniciamos uma nova campanha.

Já no primeiro dia, dezenas de pessoas acreditaram em nosso esforço.

Junto a uma breve apresentação da ONG, há um pedido de doação, e quem a faz, leva um cartão que simboliza as atividades.

Dois Reais pode ser quase insignificante para quem doa, mas faz toda a diferença para mantermos o atendimento.




Outra forma de ajudar é fazendo uma doação de qualquer valor em nossa conta.

Caixa Econômica Federal

Agência: 0116      Operação: 003      Conta Corrente: 1585-2


Favorecido: Instituto de Busca e Localização de Desaparecidos

Fim da angústia


Depois de quase cinco meses de angústia para uma família de Governador Valadares, teve fim a esperança de encontrar com vida o professor NELCINO RODRIGUES VALENTIM de 50 anos, desaparecido desde dezembro.

Após o carro dele, um Fox 1.6 prata, ser encontrado no último sábado (14) pela polícia na cidade de Nova Venécia (ES), e tomarem conhecimento do desaparecimento, começou a ser considerada a hipótese de que um corpo que permaneceu no IML de São Mateus (ES) desde 31/12/15 e que foi enterrado como indigente, seria de Nelcino.

Neste final de semana um reconhecimento visual de fotografias do corpo apontou se tratar mesmo do professor. Segundo a polícia um exame de DNA agora será feito para que não haja nenhuma dúvida.

Nelcino foi visto pela última vez na Avenida Brasil ao sair de uma lanchonete em Valadares no início da madrugada do dia 29 de dezembro de 2015.

Após sua última aula, às 22h20, em um colégio no centro da cidade, foi a um “gauchão” e a partir daí não foi mais visto e seu carro também não havia sido encontrado.

Menos assistencialistas, mais protagonistas.


Aos poucos estamos adquirindo alguns equipamentos que contribuem para a melhora do serviço social que prestamos.

Quem conhece o nosso trabalho sabe que isso só tem sido possível depois que deixamos de funcionar de forma assistencialista e passamos a ser mais PROTAGONISTAS.

Sendo esta a tendência para o Terceiro Setor. Quando seus líderes deixam de ser vistos como meros pedintes e passam a adotar a imagem de INVESTIDORES SOCIAIS.


Estados Unidos


O jornal BRAZILIAN PRESS que é voltado para a comunidade brasileira nos ESTADOS UNIDOS, está preparando uma matéria sobre a gente.

A previsão é que seja publicada na semana que vem.

CURTA a página www.facebook.com/brazilianpress.newspaper e saiba mais.



Presentinho para o nosso diretor CARLOS RODRIGUES que terá que se acostumar com a modernidade e passar a tirar lindas selfies com as pessoas atendidas pela entidade...


www.facebook.com/GenteBuscandoGente



Nossa página recebeu o SELO DE VERIFICAÇÃO pelo Facebook

O selo é concedido a organizações, celebridades, jornalistas, governos, além de marcas e empresas populares.

Com ele é possível saber rapidamente se uma página na rede social é autêntica.

NOTA:

Nosso trabalho não se resume em uma página de rede social para compartilhar fotos de desaparecidos.

Somos uma organização não governamental que realiza levantamentos e viagens no intuito de localizar nossas pessoas.

As divulgações que fazemos aqui são apenas uma extensão deste trabalho.



Nuestra pagina recibió hoy el SELLO DE VERIFICACIÓN por el facebook

El sello es concedido a organizaciones, celebridades, periodistas, goviernos, así como las marcas y empresas populares.

Con el es posible saber rapidamente si una pagina en la red social es auténtica.

NOTA:

Nuestro trabajo no se resume en una pagina de red social para compartir fotos de desaparecidos.

Somos una organización que no pertenece al govierno que realiza inveatigacion y viajes para poder localizar a personas.

Las informaciones que damos por este medio son apenas una muestra de nuestro trabajo.

Procura pelo irmão desaparecido


Foi exibida hoje na 1ª Edição do MGTV, a reportagem sobre o desaparecimento de pessoas.

Um dos casos abordados é acompanhado pela nossa entidade.

Maria Gonçalves procura pelo irmão OSWALDO FERNANDES SOARES que sumiu em Governador Valadares (MG) em janeiro de 2014.

Está é a segunda vez que o ex-mecânico desaparece. Em 2013 conseguimos localizá-lo vivendo como morador de rua na cidade de Itaguaçú, no Norte do Espírito Santo, distante 230 km de onde desapareceu.

Ele possui transtornos mentais e sem fazer uso de remédios e os cuidados da família, não consegue levar uma vida normal. Então certamente voltou a morar nas ruas.

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Reportagem


A Inter TV, afiliada da Rede Globo, está produzindo uma reportagem sobre o desaparecimento de pessoas. Provavelmente será exibida hoje no MGTV 1ª Edição.

Uma das personagens é a Maria Gonçalves que procura pelo irmão OSWALDO FERNANDES SOARES.

O ex-mecânico sumiu em Governador Valadares (MG) em janeiro de 2014.

Está é a segunda vez que ele desaparece. Em 2013 conseguimos localizá-lo vivendo como morador de rua na cidade de Itaguaçú (ES), distante 230 km de onde desapareceu.

Ele possui transtornos mentais e sem fazer uso de remédios e os cuidados da família, não consegue levar uma vida normal. Então certamente voltou a morar nas ruas.


Casos em aberto


Enviei a minha história já há alguns anos. Porque demora tanto? Vocês pararam de procurar?

PERGUNTAS COMO ESTA SÃO RESPONDIDAS EM NOSSO SITE

Visite e entenda como funciona a ONG Gente Buscando Gente.

http://gentebuscandogente.org.br/perguntas-frequentes  

Nesta entrevista nosso diretor Carlos Rodrigues falou sobre o que é feito com os casos que permanecem em aberto na entidade. Mencionou também o ciúme gerado entre as famílias a cada novo reencontro promovido.


* Vídeo gentilmente cedido pela TV Leste, afiliada da Rede Record em Minas Gerais.

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Entenda como foi encontrada a moto de ADRIANA TERUMI ONAKA DE BELLI


A mototaxista desapareceu em Ipatinga (MG) em fevereiro de 2005

No início da noite de sexta-feira, 26 de fevereiro, dois jovens passavam pelo Morro das Lavadeiras, entre os bairros Bom Jardim e Horto, e um deles passou mal e resolveu entrar para o meio do mato, ele notou um relevo no terreno como se algo estivesse enterrado e notou que se tratava do painel de uma moto.


Como estava escurecendo, ele foi embora, porém contou a descoberta para o irmão, um policial militar de Belo Horizonte que estava na região. Os dois resolveram voltar ao local na manhã de sábado para verificar o achado com mais cuidado. Os irmãos acionaram uma equipe da Polícia Militar, pois ao removerem a terra, descobriram que se tratava de uma moto Honda Titan azul ano 2001, placa GZZ-8317.

No sistema de dados do Detran, constava que era uma motocicleta dada como roubada desde o dia 26 de fevereiro de 2005. Para a surpresa dos policiais, era a moto da descendente de japoneses ADRIANA TERUMI ONAKA DE BELLI, que desapareceu há exatamente 11 anos, enquanto trabalhava como mototaxista na cidade e foi acionada para uma corrida ao bairro Bom Jardim.

Junto ao veículo, os policiais encontraram pequenos ossos, que foram recolhidos e encaminhados para análise no Instituto Médico-Legal (IML) de Ipatinga para saber se são humanos ou de animais. Se for humano, as amostras serão enviadas para o Instituto de Criminalística em Belo Horizonte para que seja feito o teste de DNA com os familiares dela.

*Com informações do Jornal Diário do Aço.

*Foto da moto: Gizelle Ferreira / Programa Plantão Policial / Rádio Vanguarda AM.

UM TRABALHO MANTIDO COM DOAÇÕES


Três Reais por mês pode ser quase insignificante para quem doa, mas faz toda a diferença para mantermos o atendimento aos familiares de pessoas desaparecidas.

Uma campanha lançada em dezembro passado possibilita que os valadarenses doem por meio da conta de água do SAAE.

A ONG não recebe dinheiro público e a procura pelos desaparecidos é financiada com campanhas próprias, junto a pessoas que simpatizam com a iniciativa.

Muito mais do que ajudar a entidade, a contribuição une pessoas e corações separados pelo destino.


A entidade também recebe doações pela Caixa Econômica Federal

Agência: 0116      Operação: 003      Conta Corrente: 1585-2

Favorecido: Instituto de Busca e Localização de Desaparecidos

Esperança


Dona Lucinalda de Oliveira de 59 anos procura por um filho que desapareceu em Vitória (ES) há pouco mais de oito anos.
Hoje pela manhã ela veio até a entidade acompanhada da filha Sinara em busca de ajuda para encontrá-lo, e foi recebida pelo nosso diretor Carlos Rodrigues.
Por enquanto nenhuma informação do filho será divulgada. O caso passará primeiro por um levantamento realizado pelos nossos voluntários.



Procura a mãe biológica


Juliana está hoje com 28 anos. Da sua história sabe apenas que nasceu em 16 de fevereiro de 1988 em Governador Valadares, Minas Gerais, e que sua mãe biológica se chama “Maria do Carmo”.

Ainda no hospital Maria do Carmo teria escolhido um nome para ela. Seria “Rosimere”. Mas quando finalizou o trabalho de parto e retornou para casa no bairro Jardim Pérola, teve uma discussão com o marido e resolveu deixar a menina com ele e sair de casa. Desde então ninguém mais soube dela.

O pai ficou com a filha por poucos dias e resolveu deixá-la aos cuidados de “Neuza”, que trocou seu nome para Juliana Reis Celestino e a criou até a fase adulta, sem nunca ter escondido que ela era apenas a mãe adotiva.

Mesmo com o receio de que o sentimento da filha adotiva por ela possa mudar quando encontrar a mãe biológica, Neuza sempre a acompanha em suas tentativas, como fez nesta entrevista.

Juliana sabe que o pai já faleceu e que possui poucas informações da mãe, mas não perde a esperança. Seu caso é acompanhado pela nossa entidade desde 2013.

Ele já está em contato com o sobrinho

Manoel Nicolau da Cunha de 71 anos conheceu a ONG Gente Buscando Gente através de reportagens na TV e resolveu buscar ajuda para localizar o sobrinho Ernesto Inácio da Cunha, que em 1975 com a idade por volta dos 15 anos, saiu de Frei Inocêncio no interior de Minas Gerais, e foi para a cidade de Jacareí no Estado de São Paulo a procura de trabalho.


Nós chegamos a constatar a passagem do seu sobrinho por outras cidades do país, mas foi em Iporá (GO) que esta busca de quase 40 anos teve fim. Lá encontramos o Ernesto, já com 54 anos. Eles ainda não se viram pessoalmente, mas já se comunicam por telefone.

O diretor da entidade, Carlos Rodrigues, que acompanhou este caso, afirma que era muito comum esta perda de contato entre familiares. E esclarece que na época em que Manoel e o sobrinho perderam o contato, o Brasil só se comunicava através de cartas e telegramas. Internet não existia e telefone era exclusividade de pessoas com situação econômica bem definida.

Manoel vive agora a expectativa do reencontro.

Procura pelo irmão desaparecido


Maria dos Anjos procura pelo irmão SÉRGIO DE SOUZA LIMA que desapareceu em Governador Valadares em setembro de 2011. Hoje ele tem 51 anos.


Encontrou a mãe biológica


Sidney Eleno Viana contou como sua vida mudou depois que conseguiu encontrar a mãe biológica através da entidade. 


A angústia de não conhecer suas raízes teve fim quando a localizamos na Vila Zatt em São Paulo (SP).

Depois disso, ela se mudou para Governador Valadares e hoje mora perto dele.

Ela procura pelo filho biológico



“Eu não dei o meu filho como se dá um cachorro ou um gato... eu tinha apenas 15 anos, e na inexperiência, acabei cedendo às pressões para que eu deixasse meu filho com seus padrinhos”. Esta foi a primeira frase dita por Benedita Paulina de Souza, de 83 anos, quando começou a nos contar sobre sua busca, de quase 70 anos, pelo seu filho que foi levado pelos padrinhos quando ainda era bebê com apenas seis meses de idade.


Mesmo tendo se passado tantos anos ela ainda se recorda de muitos detalhes da última vez que viu o filho. Nesta época, ela morava na rua Trinta e Um, no bairro Timirim, na cidade de Timóteo – MG, e ao se recusar a ir para São Paulo com seu companheiro, José de Paula Sobrinho, acabou permanecendo no Vale do Aço – MG.

Sozinha e com pouca idade, deparou-se com muitas dificuldades para cuidar do filho, razão pela qual alguns familiares fizeram pressão para que ela o entregasse aos seus padrinhos, pois com uma criança de colo não encontraria nenhuma casa de família que a empregasse. Porém, logo que a criança foi entregue aos padrinhos, os mesmos foram embora da cidade e ela nunca mais teve notícias do seu paradeiro. Lembra ainda que o possível nome da madrinha seria “Maria de Souza Sobrinho” ou “Maria José Sobrinho”. E Também, que o filho já havia sido registrado com o nome de GILMAR DE SOUZA SOBRINHO, e que o teria entregado juntamente com sua certidão de nascimento.

Conversando conosco, por diversas vezes ela repetiu que tinha apenas 15 anos e que era muito inexperiente e por isso cedeu às pressões para deixar o filho com os padrinhos. E mesmo não perdendo a esperança de reencontrá-lo, ela conta que tem muito medo de não ser aceita pelo filho, pois ele pode pensar que ela o abandonou porque quis.

Gravação de programa


A segunda-feira foi de gravações com a apresentadora Brunny Gomes do PROGRAMA SOU CIDADÃ (TV Alterosa/SBT).

Juntamente com sua produção, ela visitou conosco pessoas que já foram contempladas com reencontros promovidos pela entidade, e também pessoas que ainda buscam pelo familiar e mantém a esperança de um final feliz em suas histórias.

Acompanharam também o lançamento da campanha da venda de brigadeiros.

A nova ideia para angariar fundos para a manutenção do nosso trabalho.

O programa vai ao ar em janeiro.







Vanencia Moura contou porque resolveu ser voluntária da entidade. 


Sidney Eleno Viana falou da alegria de encontrar a mãe biológica aos 32 anos.



Maria dos Anjos Souza procura pelo irmão SÉRGIO DE SOUZA LIMA que desapareceu em Governador Valadares em setembro de 2011. Hoje ele tem 51 anos.


Juliana está hoje com 28 anos. Da sua história sabe apenas que nasceu em 16 de fevereiro de 1988 em Governador Valadares, Minas Gerais, e que sua mãe biológica se chama “Maria do Carmo”.





“Eu não dei o meu filho como se dá um cachorro ou um gato... eu tinha apenas 15 anos, e na inexperiência, acabei cedendo às pressões para que eu deixasse meu filho com seus padrinhos”. Esta foi a primeira frase dita por Benedita Paulina de Souza, de 83 anos, quando começou a nos contar sobre sua busca, de quase 70 anos, pelo seu filho GILMAR DE SOUZA SOBRINHO.



Manoel Nicolau da Cunha de 71 anos conheceu a ONG Gente Buscando Gente através de reportagens na TV e resolveu buscar ajuda para localizar o sobrinho Ernesto Inácio da Cunha, que em 1975 com a idade por volta dos 15 anos, saiu de Frei Inocêncio no interior de Minas Gerais, e foi para a cidade de Jacareí no Estado de São Paulo a procura de trabalho.


Nós chegamos a constatar a passagem do seu sobrinho por outras cidades do país, mas foi em Iporá (GO) que esta busca de quase 40 anos teve fim. Lá encontramos o Ernesto, já com 54 anos. Eles ainda não se viram pessoalmente, mas já se comunicam por telefone.



FOTOGRAFIA NÃO IDENTIFICADA




Nosso auxílio a familiares de desaparecidos acontece desde 2007 quando foi criada a entidade. Sendo assim, temos histórias cadastradas a partir desta data.

Em fevereiro de 2009, aconteceu um assalto em nossa antiga sede no bairro Esperança em Governador Valadares (MG). Entre outras coisas, foi levado um computador notebook que continha todos os arquivos das buscas pelos desaparecidos que haviam sido produzidos nos dois primeiros anos.

Com a Graça de Deus e com o apoio de algumas pessoas, nosso trabalho continuou e conseguimos refazer grande parte destes arquivos e adquirir outro computador.

Na tarde de ontem (05), constatamos esta foto que não sabemos a que caso ela pertence.

Se você reconhece esta fotografia como parte da sua busca, entre em contato conosco para a identificação. Só assim vamos poder usá-la na divulgação da sua história.



Entre os casos mais emblemáticos acompanhados pela ONG Gente Buscando Gente está o de Carlos Adauto de Oliveira desaparecido em Petrolina (PE) no dia 05 de março de 1991 quando estava com 21 anos.


No dia em que sumiu ele teve uma discussão com uma pessoa, em seguida tomou vários medicamentos e dormiu por um tempo. Depois mesmo estando um pouco sonolento devido aos efeitos da medicação, saiu de casa e foi visto pela última vez em um mercadinho próximo de casa.

Lá se vão 24 anos de incerteza. Em 2010 a família pediu nossa ajuda para procurá-lo. Desde então muitas tentativas já foram feitas tentando constatar seu atual paradeiro.

Com as divulgações do desaparecimento na internet, chegaram algumas indicações que depois de conferidas não se confirmaram.

A última informação veio da jovem Fabiana Dias, moradora de Itabira em Minas Gerais. Há mais de um ano ela encontrou nas ruas de sua cidade um homem sem identificação que aparenta ser mudo e que não trazia consigo nada que pudesse identificá-lo.


No dia que foi encontrado ele estava vestindo uma calça jeans, blusa listrada e usava um boné preto.

Além de prestar auxílio para sua subsistência, ela também tenta descobrir sua identidade para chegar até sua família.

Fabiana conta que para isso já buscou ajuda junto à assistência social da cidade, ao Ministério Público do Estado e na Polícia Civil que recolheu as digitais dele, mas não encontrou nenhuma pessoa no banco de dados de Minas Gerais. 

Foi aí que ela começou a pesquisar na internet pessoas desaparecidas que se parece com o “José”, nome que ela deu ao homem sem identificação.

E o que ela achou mais parecido e com possibilidade de ser ele, foi o nosso desaparecido Carlos Adauto que hoje está com 45 anos, a mesma idade que aparenta ter o “José”.

Após seu contato conosco e nos contar as tentativas de descobrir sua identidade, entramos em contato com a família para ver se eles possuíam algum documento que tivesse a impressão digital de Carlos Adauto, assim poderíamos fazer a comparação com a digital de “José” colhida pela polícia.

Em contato com os familiares, eles nos disseram que teria nos guardados antigos, o certificado de alistamento militar de Carlos Adauto.

O documento foi levado até uma lan house onde foi reproduzido e nos enviado por e-mail. Quando chegou, achamos que estive sido mal escaneado e então resolvemos pedir para que a família nos enviasse o documento original pelo correio.


O envio então foi feito, mas quando chegou percebemos que o documento foi tirado em 1989 e embora bem preservado, a impressão digital não possuía resolução suficiente para ser analisada com esta finalidade.
Caso possua alguma informação de sua identidade, entre em contato conosco e ajude-nos a encontrar sua família.